Turma. Sei lá eu quantos anos de UOL. Mas o serviço ficou carente e meio obsoleto. Em breve tiro esse link do ar. É só o tempo de salvar os arquivos e organizar. Migramos com as mesma de sempre, mas para um blogspot e com o devido acerto: o diário de nós quatro.
Então, nos vemos como de costume no
http://diariodenosquatro.blogspot.com
Até lá!!
Ano passado fiz um post sobre COMO MANTER UM CASAMENTO POR 30 ANOS. Resolvi voltar com a sessão porque meu sogro e minha sogra me alimentam o tempo inteiro. São 5 anos dando risada com eles porque olha, eu vou falar: não é fácil viver junto. Eu nunca vivi 30 anos com alguém mas eu suponho muito bem suposto que não seja fácil mesmo.
Então vamos à sessão COMO MANTER UM CASAMENTO POR 30 ANOS.
Estamos todos em nossa casa depois do almoço de domingo. Meu sogro é sempre o responsável pelo café, que é o melhor do mundo. O café dele tem um cheiro incrível e ele tem uma técnica incrível de jogar a água em cima do café em movimentos vagarosos e circulares enquanto chega perto com o nariz para sentir o cheiro bom de café fresquinho. Enfim. Ele começa a se posicionar na cozinha para o ritual do café que a família sempre espera ansiosa. Ele pega o copo medidor, ajeita a garrafa, coloca a água para ferver, conta com cuidado quantas colheres e espera a água chegar no ponto certo porque saibam, não precisa ferver água para fazer café.
Ele: Pronto, agora é só esperar passar o cafézinho.
Ela: Vai demorar?
Ele: Não, né, bem. É só o tempo da água descer mesmo. Tá com pressa?
Ela: Estou com pressa sim. Estou com vontade de tomar café.
Ele: Tá bom, benhê. Espera só um pouquinho, tá?
Ele assobia e começa a lavar a louça. Ela levanta da cadeira e vai dar uma conferida no coador.
Ela: Mas já acabou, olha aqui! O café vai esfriar, bem!
Vai dirigindo a mão esquerda até o coador pra tirá-lo e fechar a garrafa.
Ele: Nãaaaaaaaaaaaaaaaaao! Ô bem, tem que secar toda a água, você não sabe!!! Assim o café não fica tão bom, ô bem...
Ela: Mas já está seca a água, Fó, tira.
Ele: Nãaaaaooo! Ô Fó, só mais um pouco, espera.
Ela: Ô bem, você tá ficando gagá. Me dá logo esse café, anda, não vou falar de novo!
Ele: Tá bom, bem.. fazer o que...
Ela toma o cafézinho, passa a mão no ombro dele e toda orgulhosa...
Ela: Tá muito gostoso, bem!!!
Ele fica todo todo cheio de graça, abre o rabão de pavão, sorri um sorriso discreto e sentencia:
Ele: Se você tivesse esperado mais um pouquinho teria ficado melhor!
E assim, 34 anos depois eles ainda se orgulham de pequenas coisas. Tão pequenas e tão saborosas quanto uma xicrinha de café...
PS: Ai gente, tô querendo migrar esse blog pro blogspot.. Mas seria começar do zero.. Preguiça! Ir ou não ir??
PS 1: Tem conto meu publicado no http://www.editoranovitas.com.br/blog visitem e comentem por lá!
Meu sogro corre toda terça e quinta perto da casa dele. E não abre mão de correr. Hoje cedo (no meio de uma chuva torrencial) toca meu telefone. Sogrinha.
Ela (com uma voz pseudo brava): O seu sogro é louco. Foi correr com essa chuva!
Eu: Não acredito! Desnecessário!
Ela: Parece vício, ele não pode deixar de correr de jeito nenhum! Nunca vi!
Eu: Vai entender, né? Meu irmão também era assim quando corria. Realmente já ouvi dizer que vicia.
Ela: Eu avisei ele. Se ele escorregar eu não fico no hospital junto! Porque isso é teimosia, correr com essa chuva, pelo amor de Deus! Não tem mais 30 anos né, Tatinha...Se ele cair e ficar com dor de velho, você que fica com ele, tá?
Eu: AHahahahhaahahah tá bom, eu fico com ele!
Ela (no tom adequado para a frase com profunda analise psicológica): É (suspiro profundo) ...Às vezes eu acho que ele corre é dele mesmo!
Eu: ahahahahhahahahahahahahaahahhahahhaahahah!
30 anos depois eu quero mesmo é ter o bom humor deles.
Renato chegou em casa seco para fumar um cigarro.
Procurou, procurou e enfim achou. Fomos na varanda e enquanto ele fumava com o olhar distante, comentou:
Ele: Estava louco para fumar um cigarro. Eu não tinha nenhum hoje e estava sem um puto de dinheiro na carteira.
Eu: Ué, se estava com tanta vontade, tirasse dinheiro na hora do almoço e comprasse um cigarro, oras!
Ele: Não, fiz melhor. Pedi na rua.
Eu: Você pediu cigarro para um estranho na rua? Chegou e tipo.. Oi, você me dá um cigarro?
Ele: Não. Eu cheguei e falei: ô cara, dá para me arrumar um cigarro?
Eu: Meu, que folgado. Se eu fosse o cara não tinha te dado!
Ele: Para você ver que nem todo mundo é como você!
Eu: ahahahahahahhahahah, seu grosso!
Ele: Grosso nada, você que é muquirana!
Para os que não tiveram por aqui no feriado, o post parte I está logo abaixo!
* Trauma 06. Do homem do saco
Quando eu era meio criança tínhamos uma empregada a Cida que vivia ameaçando a gente dizendo que o Homem do saco era infalível e que bastava ela fazer uma ligação que ele viria nos pegar. E para ser bem convincente ela dizia que tinha entregue um filho para o homem do saco porque o menino não parava quieto.
* Trauma 07 (Aproveitando o embalo do trauma 06). De febém.
FEBEM isso mesmo. Uma tarde qualquer eu e o Thiago tocamos um puteiro tão firme que minha mãe não aguentou. Levou os dois na porta da FEBEM e perguntou para o porteiro (depois de piscar para ele, óbvio):
Tem vaga para mais dois aí?
E o homem acenou que tinha.
Prometemos tudo para mamãe naquele segundo. E ela, muito generosa, ficou com a gente!
* Trauma 08. De anões.
Eles na realidade deveriam se encaixar na categoria medo, mas eu prefiro não ignorar meu trauma sem explicação com anões. Eu travo, paraliso e tudo que consigo fazer é desaparecer como mágica. O trauma pode ser explicado por dois motivos:
1. Apesar de ser SOMENTE um boneco assassino, eu morro de medo do Chuck e para mim ele é anão.
2. Ainda adolescente, numa balada, o cara me cutucou e quando virei não vi ninguém. E quando abaixei a cabeça vi um anão sorrindo para mim, acenando com uma cara sexy e me xavecando. Daí para frente minha saga com anões só fez aumentar.
Segundo sábio teorema do Renato, como nunca ninguém viu enterro de anão, filhote de pomba, e nem alguém que nasceu no acre. ...: anão que morre vira pomba no Acre! Óbvio! Tá bem, ele pede desculpas para os anões pelo trauma, aos acreanos pela piada e as pombas.. Bem, as pombas são as pombas, né?
* Trauma 09. Trauma futuro do nome Edna.
Sim, isso existe, o trauma futuro. E eu já estou trabalhando minha cabeça para o dia em que Matheus dirá Edna, com todas as letras antes de Tatiana, com todas letras. Isso porque na palavra Tatiana ele está no estágio 0. Na palavra Edna ele está no estágio 3 que é Éna. Medo!!!
Aguardem mais posts sobre meus traumas!
Bom, acho que todo mundo sabe que faço coleção de traumas e de lágrimas, né? Não sei porque tenho pensado muito nos meus piores traumas. Eu insisto em meditar e eles insistem em ficar aqui na cabeça. Uma relação de pseudo dependência diríamos. E aí de tanto pensar resolvi fazer uma série de posts com o tema ...
Traumas incuráveis.
*Trauma 01. Da hora de escolher a valsa.
Vocês sabiam que quando eu tinha 15 anos ganhei uma super hiper mega blaster festa de debutante? Daquelas com super produção mesmo, incrível. E quando eu tive que escolher com quem dançar eu escolhi o Renato? Sim, o Renato da época é meu atual marido. Não, nós não namorávamos e nem nunca sequer tínhamos tido a intenção. Ele não só não aceitou como não foi ao baile de debutantes. Esse é um trauma peso 4, que nem casar e ter dois filhos com ele, não resolveu.
* Trauma 02. De banheiro com aqueles vitrôs laterais.
Talvez eu já tivesse uns 17 anos, não lembro. Estava no banheiro da suíte dos meus pais lavando a cabeça. O vitrô correu sozinho. Chovia e o céu estava cinza. Eu gritei alto, sai do box voando e chamei minha mãe que não respondeu. Passo a passo fui até a cozinha e minha mãe estava passando mal de rir com uma vassoura nas mãos. Abriu a janela da área de serviço, chegou no vitrô lateral com a vassoura e correu o vitrô. Tudo bem, vocês podem rir de mim. Mas foi realmente assustador.
* Trauma 03. De espanadores.
Farol fechado. Na época não se vendiam amendoins nos faróis mas sim espanadores.
Minha mãe abre o vidro e pergunta o preço.
Eu: Mãe, para que um espanador?
Ela: Para limpar suas orelhas!
Sim, minhas orelhas são realmente grandes.
* Trauma 4. De blush.
Íamos para uma balada: eu, uma amiga da escola e a prima mais velha dela e super ultra descolada que tinha uns 17 anos. Eu, no alto dos meus experientes 14 anos, achei que estava abafando quando ela entra no quarto e diz:
Onde você vai assim? Pode tirar esse blush, tá ridícula.
* Trauma 05. De amigos com humor negro.
Estávamos na casa de praia de um amigo, o Zé, que por sinal há de se manifestar nos comentários desse post. Todo mundo colocando biquíni para andar de barco e tal e ele ali, me atormentando não lembro com o que. Coloquei o biquíni (já na época bem maior do que a das meninas magricelas porque nunca tive esse perfil) e saí do banheiro quando ele, abismado, com as sobrancelhas bem elevadas e aboca aberta diz:
Se eu tivesse com essa barriga jamais a mostraria assim!
E gargalhou horrivelmente. Sim, ele estava brincando. Mas era tarde demais: trauma!
PS: Depois do feriado, mais traumas!
Fomos ontem a noite. Sogros ficaram com as crianças e lá fomos nós felizes e limpinhos para ver Os Normais 2. Compramos os ingressos e a pipoca. Chegamos na frente do moço que pega os bilhetes e gira a catraca e...
Ele: Boa noite. Segunda sala a esquerda.
Nós: Obrigada.
Sentamos e logo começou o trailler. Adivinhem qual trailler?
Dos Normais 2. O diálogo segue no tom que o cinema permite.
Ele: Oh Oh.. Mor, acho que tem alguma coisa errada.
Eu: Por que, pin?
Ele: Porque está pasando o trailler dos Normais, você está vendo?
Eu: Sim, estou. E qual o problema?
Ele: O problema é que não se passa o trailler do filme antes de o filme começar.
Eu: Ah não? E o que isso quer dizer?
Ele: Quer dizer que estamos na sala errada.
Eu: Ah, eu não acredito!!! Bem que eu pensei nisso mesmo. Estava achando estranho... E agora o que a gente faz?
Ele: Não sei, o que você acha?
Começa o letreiro do filme com as primeiras cenas.
Eu: Ah, eu queria ver os Normais. Que filme é esse que vai passar?
Ele: Não sei, linda.
Eu: Então o que a gente faz?
Ele: Não sei, linda. Quer correr para sala certa?
As primeiras legendas...
Eu: Agora para sair daqui vai ser duro.
Ele: Bom, então ficamos.
Eu: Mas e se o filme for ruim?!
Ele: Paciência, ué. Quem mandou entrar na sala errada? Só espero que não seja nenhum drama de época ou uma releitura experimental do último filme do Zé do caixão...
PS: Acabamos descobrindo em seguida que íamos ver Se beber, não case. Valeu a pena ter errado a sala porque há tempos eu não chorava de rir. Faltou um lenço, juro! Recomendamos!
Quem me conhece um pouco só sabe que devo ter uns 2 batons, um creme pro corpo todo mais mão e pés, ou seja, um creme global e sabe que não sei passar blush porque fico parecendo ajeitada prá festa caipira das crianças. Sabe também que passo rímel somente em ocasiões como casamentos e batizados e que sombra me deixa com a cara ainda mais engraçada do que a cara sem sombra. Enfim.. E só para vocês entenderem, minha amiga gêmea chama-se Carol. Estávamos no MSN:
Ela: Amiga, você tem interesse em fazer um curso de auto maquiagem?
Eu: Eu, auto maquiagem? ahahahahahahahahaahhaahah Você não pode estar falando sério.
Ela: Ué, porque não?
Eu: Eu nem tenho maquiagem e nem uso maquiagem, Carol. Para que eu faria um curso de auto maquiagem???
Ela: Sei lá, ué, porque á barato e porque é útil.
Eu: Ahahahahahaahahahah útil para quê???
Ela: Ah sei lá... Para você se maquiar!
Eu: Ahahahahahahahaahahaha claro amiga! Uma pessoa que não se maquia, não tem e não gosta de maquiagem, fazer um curso de auto maquiagem é realmente muito coerente! Pára amiga, que curso de auto maquiagem nada...
Ela: Ai não dá para conversar com você. Você é muito ignorante com as coisas da maquiagem!!!!
Carolina desligou-se.
Gente, seu eu pudesse eu falava, eu juro!
Eu estou num momento de ansiedade geral, de expectativa geral, de impulsos mil e de querer resolver tudo ao mesmo tempo. Mas isso definitivamente não combina com o cansaço de quem tem dois nenês em casa e vara madrugadas e madrugadas acordada. Tá foda. Tá foda mesmo. Mas além de estar foda tá ótimo. Porque vocês sabem, a vida de mãe é um caos generalizado. Mas é tão bom quando o Matheus grita Mã!!!!!!!!!! (Ainda não sai o "e" do manhê mas ele tem treinado com afinco inclusive dormindo!). A Bia já quer sair andando apesar de nem sentar e acorda às 4 da manhã querendo brincar, rindo, jogando as pernas grossas prá cima e rindo quando elas caem e fazem barulho no colchão. Tá foda mas tá lindo.
Eu estou cansada, tô arrebentada, quero ir embora pro Alaska duas vezes por dia mas quando penso bem resolvo ficar porque amor de mãe.. ah amor de mãe é um negócio que não se explica. Milhares de possibilidades batendo na minha porta e eu aqui esperando decisões que não dependem de mim. Eu vivo assim, fazendo, realizando, executando e cortando o dedo junto com a cebola porque concentração sem dormir é difícil. O dia começa as 5:00 e termina por volta de 00:00 porque se não for assim eu e Renato não ficamos juntos nunca. E Bia também não é uma dorminhoca de mão cheia não. Ontem cortei o dedo do meio ralando uma cenoura. Não perguntem como mas cortei e tá ardendo pacas.
Contei que semana passada fiz uma tatuagem? Por ordem de chegada: RMB no pulso esquerdo. Não doeu. O Rê não acreditou que não doeu mas não doeu mesmo. Hoje eu estou aqui em casa, escrevendo contos para uma revista (depois aviso direito onde sai a publicação) publicá-los enquanto ouço Horizontes do Mundo da Leila Pinheiro alternado com o Madrugada da Martnália. Eu adoro esses CDs, da Biscoito Fino, ouçam! Aliás, voltando na tatto, uma amiga me disse que RMB significa Refinações de Milho Brasil. Tá foda, mas tá tudo azul!
Daqui uns poucos dias comemoramos 5 anos de casados. Passou tão rápido. 5 anos depois somos 4. Caramba! Eu estou com bastante sono hoje e essa semana vivi uns momentos muito nostálgicos também. Me deu tanta saudade da Rua Santo Anselmo, dos que se foram e dos tempos em que responsabilidade era igual a estudar e acordar no horário. Essa semana também minha avó recebeu uma homenagem num Congresso Federal da Nutrição. Me conforta muito saber que não esqueceram tudo que ela fez pela profissão.
Ah! Outra coisa para quem passa por aqui com frequência: estou escrevendo bastante no http://coffeeandhistory.blogspot.com e gostaria que vocês se manifestassem! Sei que os textos lá são mais densos de ler mas preciso muito de opiniões!
Estamos planejando o aniversário de 2 anos de Matheus já. Essa semana ele completou 1 ano e 10 meses. Não passou, voou. Vamos comemorar no sítio com família e amigos. Vai ser bom com certeza. É o amor mais generoso que existe sem dúvida. E eu que era tão egoísta, aprendi. Não desistam! Não existem casos perdidos sou a prova disso!!!!
Então é isso. Tá foda mas tá uma delícia.
Desabafo mesmo. Obrigada a todos.
Até o próximo post, fico aqui refogando meu corpo que é prá não dormir e perder a hora das crianças.
Uma rapidinha sobre porteiros.
Eu: Era o Genivaldo que estava sim na portaria.
Ele: Não era amor, era aquele outro, o índio!!
Eu: ahahahaahahahahah Índio, Renato? Ele não é índio, ele é colombiano!
Ele: Isso, colombiano!
X é uma figura que trabalha aqui no prédio no período da noite.
X fala devaaaaagar e senta o dedo no interfone para avisar que chegou a pizza ou a Tia Roseli.
Eu e Renato, valentemente acordados até as 00:24 assistindo Criança Esperança, sentimos fome e pedimos um sanduíche.
Eu: Mor, avisa X para não tocar o interfone.
Ele: Pode deixar, amor...
30 segundos depois.
Eu: Amor, avisa o X para não tocar o interfone.
Ele: Fica tranquila, amor, vou avisar.
Ele foi na cozinha, abriu a geladeira, pegou um copo sossegadamente, encheu de coca-cola e bebeu se refrescando. Parou em frente a TV, assistiu mais um pouco de Maria Rita e puxou assunto..
Ele: Amor, vamos lá fora fumar um cigarro?
Eu: Vamos mas antes você vai ligar para o X, lindo.
Ele: Tá, estou indo.
Eu: Renato, o Matheus vai acordar com o X tocando o interfone porque o X segura o botão que nem ele segura a bunda da muher dele, muito forte!
Ele: Tá, vou avisar.
Ele volta na cozinha, olha fixo para o interfone e..
Ele: Mas como é que vamos saber se o sanduíche chegou, amor?
Béééééééééééééééééééééééééééééééééééééé. Tocou o interfone.
Adivinhem????? Hã? Hã??
Matheus acordou!!!!!!!
Um assunto de crença popular assustador mas com o qual, eu confesso, rolei de rir.
Ainda mais por causa da simplicidade com que se diz as coisas. E é exatamente essa simplicidade que me faz rir com ela, a famosa e falada Edna.
Ela (falando com o Matheus): Matheus, pára de comer goiaba, anda. Chega, já entupiu o nariz de tanta goiaba!
Eu: Deixa ele comer mais um pedaço, pode deixar. Ele está comendo com uma boca tão boa!
Ela: Tá bom, eu deixo, mas depois não reclama. A Larissa quando era pequena encheu tanto o pandu de goiaba.. Mas olha, Tatiana, ela comeu 4 goiabas. Eu avisei ela que ela ia ter dor de barriga. Dito e feito. Entupiu. Chorava de dor.
Eu: Como assim entupiu, Edna?
Ela: A única coisa no corpo que entope, Tatiana, o rabo!
Eu: ahahahahahahahahahahahaah o rabo, Edna? Que jeito de falar.
Ela: Mas, com todo o respeito, você prefere cú?
Eu: Ahahahaahahahahah, não eu não prefiro nada. Bom, mas e aí, o que houve com a Larissa? Entupiu e levou no médico?
Ela: Médico? Para ficar 2 horas na fila? Não não, eu tive que enfiar um talo de couve.
Eu (pasma): O que? Você enfiou um talo de couve na sua filha? Edna...!!!!
Ela (super naturalmente): Não, calma, patroa. Já tinham me ensinado. Você deixa cozinhar só pra ele não estar duro que nem pau né... Aí quando tiver um tantinho mais mole, mas sem se desfazer, porque senão derrete lá dentro, você pega, enfia, desentope e pronto.
Eu: Ahahahahah Desentope mesmo?
Ela: Desentope, enfia o cabo da couve que sai tudo que tá deixando a criança aflita. Entendeu agora?
Eu: Entendi, mas acho assustador.
Ela: Ei, patroa, não morreu, morreu? Passou a infância tomando sopa de pão, mamadeira de fubá e maisena e taí, uma cavala que dá gosto de ver...
A gente cria do jeito que dá, o resto é frescura de gente rica. Ou de classe média, é claro. Agora pára de me atazanar, patroa, que eu tenho que varrer seu quarto...
Ui!!!
Semana passada uma amiga me mandou um vidro de croutons deliciosos que havia feito em casa. Comi loucamente mas enjoei. E o vidro com os croutons estava lá, encostado em cima da prateleira. Hoje cedo....
Eu: Edna, joga esses croutons e lava esse vidro, por favor!
Ela: Nossa que bonitinho isso! Posso experimentar?
Eu: Claro que pode, meu bem.
Ela experimentou e se refastelou. Estavam de fato muito bem temperados.
Ela: Hum, que delícia! Como é que se faz isso, hein??
Eu: Você corta em quadradinhos o pão, tempera com orégano, azeite, um pouquinho de vinagre, sal e leva ao forno. Fácil, não é?
Ela: Se a Senhora tivesse me dito que isso aqui é pão velho temperado e torrado eu não pediria a receita, né!?!
É mole??
Bom, esse post vai ser rápido e indolor. E serve para agradecer as pessoas que entraram na briga do blog plagiado e denunciaram no Blogger pois recebi alguns emails dessas pessoas. Obrigada, meu povo!!!! Muchias gracias mesmo! Esse episódio na realidade teve dois fatos importantes:
1. Muitas pessoas me escreveram indignadas com a Urusla Zehetbauer (só para ninguém esquecer o nome do avatar) e isso me fez ter certeza que nosso blog é lido e querido!!!
2. O fato confirmou o que diz Carpinejar (sigam-no no Twitter porque o cara é fera: @carpinejar): a calúnia é a grande arma dos incompetentes!
Mais uma vez: obrigada queridos. De coração. A força foi importante e muito positiva!
PS: Descobri posteriormente que a Ursula é "Presidente" (pasmem!!!) de uma revista no Second LIfe. Sobre o que a revista? Uma revista tipo Playboy só que virtual. Aí eu me pergunto: dá vontade de seguir a revista no twitter para todas as pessoas que lêem saberem que a pessoa é impostora mesmo. Mas como o mundo é movido a medo e a figura tirou o blog do ar assim como seu link no perfil do Orkut, me calo. Pelo menos por enquanto.
Beijo prá quem é de beijo e abraço para quem é de abraço.
Ah! E bom dia dos Pais aos queridos e amados progenitores!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
De repente você descobre que toda sua originalidade, suas boas histórias, seu passado engraçado e todo seu cotidiano estão plagiados, completamente plagiados. A primeira sensação é de raiva. Mas a segunda é uma mistura maluca de orgulho com pena. Orgulho de escrever tão boas histórias que uma pessoa precisa recontá-las assinado-as (todinhas) e pena porque essa criatura tem leitores que acreditam ser ela a autora dos textos. Eu que as vivenciei sei contá-las exatamente. Mas quem apenas copiou-as não apenas engana a si mesma mas sim aos que comentam em seu blog, riem de "sua" originalidade e que perdem seu tempo (sem saber) que estão andando atrás de uma pessoa que é nada (e isso é visível nos comentários do blog plágio pois as pessoas se surpreendem em como a "autora" escreve bem). É um avatar que em seu perfil se auto critica como "animada, prática e leal aos princípios". Que dá medo, dá, eu juro. Porque é bizarro você receber uma denúncia de uma figura que também não se identifica apontando o plágio com todos os links. E que para mim, a própria pessoa que está me plagiando me avisou porque fazer o mal a alguém sem que esse alguém saiba, não tem graça. Que doideira, povo!! O que me conforta nesse caso é que datas me protegem. E muito, EVOÉ!!!
http://perfilbyursula.blogspot.com/
Logo na página inicial vocês encontrarão um post entitulado FALANDO DE AMIGOS LÁ EM CASA que aqui foi postado em 07-05-05. Esse é apenas o primeiro de uma lista porque o blog dela é o meu blog sem tirar nem por. Mas lá meu marido chama-se Maxh. Segue abaixo uma pequena lista porque ninguém merece listar tudo e os caracteres não seriam suficientes para que eu pudesse fazer uma imensa lista de textos postados aqui há 2,3,4 anos atrás. Chequei um por um, trabalho da porra!!! E o resultado é o seguinte: 4 posts não são meus por lá!
O QUE FAÇO COM ESSAS BOCAS?? aqui postado em 19/10/05 e lá postado em 24/04/09
O CHATO SEMPRE GANHA DO RUIM aqui postado em 21/04/05 e lá postado em 19/06/08
SOBRE DEFINIÇÕES aqui postado em 18/03/05 e lá postado em 24/04/08
A VIDA NO CAMPO aqui postado em 10/04/05 e lá postado em 11/07/08
UM POST GIGANTESCO QUE ATÉ ME PERCO aqui postado em 30/09/05 e lá postado em 25/06/2008
Não adianta listar tudo. Está tudo lá e está tudo aqui também.
Para finalizar e passada a raiva inicial, entendo isso como um elogio porque plágio é ibope, meu povo. De qualquer maneira, gostaria de dedicar esse post à Ursula Zehetbauer minha fiel e incontestável admiradora.
PS: ACABARAM DE TIRAR DO AR O BLOG DA SENHORITA, nem meia hora depois de eu publicar esse post aqui e de denunciar no Blogger. Gracias, chico! Graaacias!!!!!!
Tatiana. 33 primaveras. Casada há 5 anos com Renato.



