Resolvemos começar o sábado com o saboroso café da manhã de uma padaria na Vila Madalena, a St Ettiene.
Eu estava me matando de comer... pedi um café e perguntei pro Rê, que estava levantando em direção ao buffet, se ele queria um chocolate. Ele respondeu que queria um Toddy.
Ele saiu quando veio o garçom...
Eu: Por favor, você me traz um Toddy?
Ele: Claro, Senhora. Um Toddy gelado, né?
Eu: Não, um Toddy quente, por favor.
Ele: Tem certeza, Senhora?
Eu: Absoluta, eu conheço meu marido. Porque?
Ele: Porque é dificil pedirem Toddy quente.
Eu: Não, mas é quente.
Ele saiu frustrado comigo e foi buscar o Toddy. Quente, claro...
Deixou em cima da mesa...
O Renato volta.
Pega na xícara de Toddy e ....
Ele: Puta que pariu, ele trouxe o Toddy quente! Ele é louco?
Eu (abanando o rabo): Deve ser né, amor..... ..... imagina, Toddy quente, que absurdo!
Ele: Tatiana, eu te conheço... fala a verdade..... você que pediu isso, né?
Eu: Confesso... fui eu amor... eu achei que você queria quente! Está frio hoje!!!!
Ele: Toddy quente, Tatiana?
Eu chamei o garçom rapidinho.
Eu: Por favor, você pode me trazer um Toddy bem gelado?
Ele (rindo da minha cara, com ar de "não te disse?): Claro, senhora.
Renato: Tatiana, agora você toma esse Toddy quente inteirinho....
Preciso contar algo que aconteceu comigo.. algo estranho, na noite de sábado para domingo.
Saímos (eu e o Rê) para dar uma volta, tomar um sorvete, nada demais.
Quando chegamos em casa eu notei algo inexplicável.... tirei o tênis e estava com um pé com meia e o outro, sem meia. Como? Não sei!!
Não falei nada para o Rê prevendo o quanto ele iria rir de mim... então, tentando me auto-poupar da sessão dichavatória a qual eu seria submetida, eu me calei.
No dia seguinte, entramos no carro e lá estava a meia fujona, no carro.
Tentei pegá-la antes que ele percebesse mas....... ......
Ele: O que é isto que você pegou aí, amor?
Eu (pseudo rindo já sabendo que me dei mal): Nada, amor... vamos embora logo!
Ele: Isso aí que você chama de "nada" eu chamo de meia. Isso é uma meia, Tatiana?
Eu (rindo): É, amor.
Ele: Como isso veio parar aqui?
Eu: Não sei, amor. Mas se eu te contar uma coisa, promete que não cai na risada enquanto você me dichava?
Ele: Prometo... Mas como você não sabe? Essa meia é sua!
Eu: Eu sei, amor. Eu não sei como a meia veio parar aqui.. mas ontem, quando chegamos em casa e tirei o tênis, percebi que estava com um pé sem meia... mas não falei nada porque você ia me encher o saco, entendeu?
Ele: hahahaahahahahahahahahha
Eu: Amor, você prometeu.....
Ele: Eu prometi não cair na risada enquanto te dichavasse.. eu não dichavei, dichavei... ..... ainda!! Viu? Prometi, está prometido, Tatiana.
Aff!
Semana passda o Rê e eu assistimos Supremacia Bourne. QUando o filme começou perguntei...
Eu: Amor, esse é a continuaçao daquele filme que a gente viu de ação, né?
Ele: É a continuação de Identidade Bourne, linda, que a gente viu outro dia.
Eu: Eu lembro, aquele que o cara é o maior estelionatálio, cara de pau.
Ele: Linda, você não faz idéia de que filme estou falando. Você está descrevendo o Talentoso Ripley.
Eu: Ah, é mesmo. Lembrei.. era aquele que fingia ser médico, enganava a mocinha e casava com ela no fim?
Ele: Não amor. Esse continua sendo Talentoso Ripley. A gente já viu a continuação desse, era o Retorno do Talentoso Ripley. Tanto Ripley quanto Bourne são Matt Damon mas definitivamente não são o mesmo filme.
Eu: Ah tá amor...
Passada essa bobagem, dia seguinte mandei uma pior ainda.
Ele: Vamos ver Harry Potter?
Eu: Vamos, eu não vi mesmo nenhum até hoje!
Ele: Então vamos começar do 1, "Harry Potter e a pedra filosofal".
Vimos o filme inteiro e fiquei fascinada com aquilo....
Mas a última cena eu reconheci... (na verdade tinha reconhecido outras, mas achei que era viagem minha... )
No fim do filme....
Ele: Gostou, amor??
Eu: Gostei.. adorei.. mas eu já tinha visto.
Ele: Como você já tinha visto, Tatiana?
Eu: Vendo, ué. Eu lembrei agora!
Ele: Você lembrou no fim do filme que você tinha visto o filme? Ainda mais um incomum tipo Harry Potter??
Eu: É Renato, qual o problema?
Ele: Nem vou perguntar se você viu a trilogia, senão você vai dizer que o segundo filme é o ataque dos clones e o terceiro, Indiana Jones e a última cruzada.
Aff.
Tudo isso para contar que eu me senti péssima hoje quando discutimos sobre..
O pobre do Nemo...
Ele: Você já viu Procurando Nemo, amor?
Eu: Já, é o do NUM LEMBRO?
Ele: Isso mesmo. Mas você viu o filme?
Eu: Vi, é o que tem a sereia!
Ele: Não senhora (vi que estava bom demais para ser verdade né...).
Eu: É um que tem um peixinho, né?
Ele: Isso, mas você viu o Nemo?
Eu: É esse, da sereinha que tem o amigo peixe....
Ele: O da sereia, Tatiana, é "A pequena sereia". Que não tem nada a ver com o Nemo..
Eu: Amor, então eu não vi o filme...
Ele: Se você não viu, como é que você sabe do NUM LEMBRO? É só a Dori que fala isso.
Eu: Ah, então amor, eu acho que assisti...
Jantar em casa.
O Cris pretende viajar pra Catagena no fim do ano e estávamos falando exatamente sobre isso quando...
Cris: Então Rê, você que esteve na Colômbia e fala espanhol, vai ter que me dar umas dicas. Entrar na Internet, decidir o hotel, roteiro e principalmente onde estão as baladas e a mulherada.
(SURPREENDENTEMENTE)Renato: Então Preto, se você quer balada, tem que ir para Medellin.
O tempo pára um segundo e vocês, que já me conhecem o suficiente, sabem exatamente a cara que eu fiz.
Meu irmão e o Cris se entreolham. Caem na gargalhada desesperada..
O Renato, por sua vez, mais desligado que Lula em tempos de crise...
Renato: O vácuo no cérebro de vocês fez cócegas, né!!!
Cris: Retardado, entregou, entregou!!!
Thiago: Como é que você sabe que a balada é em Medellin, ahahahahahahaha olha a cara da minha irmã, meu você está fodido..
Cris: Tá na merda, vai dormir com o demônio, uma semana sem sexo!!!!
É quando cai a ficha do Renato. "1 semana sem sexo?", ele deve ter pensado. Inadmissível. E lá foi se defender...
Renato: Amor, você não está acreditando nesses doentes, né? Eles querem a discórdia, amor... eles estão cultivando o ódio entre os povos!!!!
Eu (emputecida): Renato, quando você esteve em Medellin mesmo? Você fez o que lá, Renato?
Cris: Pede pra cagar e sai de fininho, véio. Pelo amor de Deus...
Thiago: Puta, você se borrou hein, cunhado. Você quer que eu já traga o seu travesseiro e o cobertor pro sofá?
Renato: Amor, você lembra, eu não dormi em Medellin!
Eu: Eu não lembro de nada. Eu só quero que saber que porra é essa que você está falando que a balada de Medellin é um tesão... eu te mato hein!
Renato: Amor, eu não fiz nada, eu juro. O Hugo, o cara que me recebeu falou que eu devia ficar lá uma noite que a balada era boa!!!
Eu: Ah, o Hugo falou isso? Que legal esse Hugo.. Não sabe que vi primeiro???
Ele: Poxa, amor, eu não parava um segundo de falar de você lá, você está sendo injusta.
Cris: Ah bonitinha...
Thiago: Que fofa ela... !!!!!!
Renato: Cris, vai tomar no seu rabo.. você tá puxando meu tapete, seu vagabundo. Só por causa disso eu vou contar tudo que eu sei de você....
E não é que o Cris arregou?
Você acha que qualquer homem sente a bigorna na consciência uma hora dessa, ou não???
Aff.
Cenário.
Temos uma mochila pesada de livros dentro do carro. Temos livros soltos no carro.
Neste caso, podemos naturalmente concluir que é mais fácil ficar coma mochila já que é um único volume provido de duas alças, o que facilita bem a vida.
O Renato precisava tirar tudo do carro porque vai mandar lavar amanhã (já não era sem tempo, tinha um carro na poeira dele praticamente).
Descemos no estacionamento quando.....
Ele: Amor, pega os livros aí.
Eu: Tá, eu pego.
Peguei os 10 livros soltos e ele ficou com a mochila, um boné (na cabeça), uma carteira (no bolso) e uma mão livre.
Eu fiquei com 10 livros, uma bolsa (de mulher), 3 celulares e um DVD na mesma mão, de salto alto (eu odeio salto alto)!!!!
Eu (com dificuldade em subir a ladeira): Renato, você não acha que tá pouco para você carregar?
Ele: Eu, amor?? Ai amor, é mesmo, desculpa. Deixa eu te ajudar. Me dá este DVD!!!!
Me diz.. eu mereço!?
Sabe quando tudo que você mais queria era entrar num jato super poderoso e ir rumo ao nada?
Pois é.
Algumas coisas:
* Estou num momento muito muito muito sensível e intro. Coisa de mulher.
* Ganhei um DVD de Vinícius, Tom e Toquinho. Estou tão sensivel que me debulhei em lágrimas que não paravam de cair um segundo.
* Não tenho a quantidade de dinheiro necessária para fazer terapia de shopping. Aliás, a grana está bastante curta.
* Meus amigos reclamam que eu sumo, que eu só fico em casa e que eu, depois que "casei", fiquei chata. Isso me deixa puta e eles não entendem que o "casamento" muda tantas coisas...
* Frustração é um troço que faz a alma doer. E muito.
Post pesado né? Concordo.
Mas também eu não vim aqui somente a passeio.. quero poder dividir o que não está quando bom também, quando de fato, não estiver....
Para quem acompanhou os primeiros, ótimo.. estou até hoje, tentando relembrar coisas absurdas que fiz dentro do avião....
Desta forma, chegamos ao..
Conto 04.
Entrei no banheiro (não aquela hora em que eu voei, era outra hora) louca para lavar a mão. Coloquei o sabonete líquido (em grande quantidade, porque sou exagerada) e apertei a torneira. Nada.
Quando me dei conta do que estava acontecendo comigo, abaixei a cabeça, olhei fixamente no espelho e falei sozinha...
"Não estou acreditando, não tem água aqui..."
Nessa hora o sabonete líquido começou a escorrer entre os dedos.
Abri a porta do banheiro e direto na cozinha, fui pedir ajuda.
As aeromoças colocaram, rapidamente eu confesso, dois litros de água em uma mega jarra e jogaram na minha mão...
PC: Antes de colocar o sabonete na mão, sempre confira se tem água!
Eu e o Rê estávamos aqui confabulando sobre os piore foras que vimos e demos.
Fora 01.
Paulinha, uma noite, me pediu que não atendesse o telefone em minha casa porque ia dizer ao pai que estava comigo, quando na verdade ela estaria com um pseudo-possível-namorado. Ela ia dormir com ele, mas todo mundo achando que ela estava em minha casa.
Meu pai, que estava comigo em casa aquela noite, saiu com a namorada para tomar um café.
O que vocês acham que aconteceu?
Meu pai encontrou o pai de Paulinha.
Meu Pai: Nossa, rapaz, quanto tempo!
Pai dela: E aí, como estão as meninas, já sairam?
Meu pai: Que meninas?
Pai dela: A Tati e a Paulinha, claro!
Meu pai: Ah, eu não vi a Paulinha.. a Tati já estava dormindo quando sai de casa.
Ai ai...
Fora 02.
Era aniversário do Rê e ele estava pegando uma carona com Arnaldo e Edson, dois amigos da mãe dele (e vizinhos no sítio).
Dentro do carro....
Arnaldo: Renato, você gosta de pagode?
Renato: Nossa Arnaldo, muito sinceramente eu odeio pagode. Pagode é horrível na minha opinião...
Arnaldo: Sério mesmo, Renato?
Renato: Sério, eu não suporto.
Nesse momento, Edson pega um CD de Zeca Pagodinho e entrega pro Renato.
Renato: Nossa, Zeca Pagodinho.. eu odeio ele! Eu respeito o gosto de vocês mas pessoalmente, não gosto.
Edson: Então Renato, parabéns, esse era o seu presente!!! Mas se você quiser, a gente troca.....
Oops....
Fora 03.
Renato na mesa de um restaurante com o ex-chefe dele, Lorenzo, falando sobre relógios.
Renato: Lorenzo, Você já viu os relógios da Breitling?
Lorenzo: É, eles sào muito bonitos! E aqueles ÔMEGA então!?
Renato: Put'z Lorenzo, eu acho que os ÔMEGAS não têm nada demais. Caros, feios, péssimo negócio.
Lorenzo: É... eu comprei este aqui anteontem...
Claro que era um ÔMEGA...
Renato (rindo para nao chorar): É Lorenzo.. nada verdade esse é o únio que eu acho mais.... arrojado, né??
Oops parte 3!!!!!! O que dizer numa hora dessas?
Post conclusion: Ele dá bem mais foras que eu!
Bom...
Sexta-feira a gente reuniu uns 15 amigos num bar só para ficar junto e dizer que fiz uma reunião.
Fomos todos - Monica, Pri, Cris, Thiago e Virna, Ju e Dan, elê e Gui, Dends, Fafá, Paty.. (alias, obrigada a todos pela noite agradável!!!) - para o Senzala.
O Cris chega todo entusiasmado com um presente para mim (e ainda disse que nunca comprou um presente tão fácil de tanto que me conhece), uma blusa azul e cinza. Uma blusa, eu disse, ok?
Preciso dizer (para vocês entenderem) que minha sogra havia me dado um camisão fofo para dormir. Ou seja, um pijama.
Cris: Amiga, vê se você gosta do presente senão eu troco!
Eu: Imagina Pretinho, eu vou adorar!
Abri o presente, vi a blusinha azul e cinza..
Eu: Preto, eu amei! Que linda!!!
Renato (bem alto): Nossa, todo mundo está dando pijama pra ela este ano!
Dani: Cala boca imbecil, isso não é um pijama!!!!
Renato: Foi exatamente o que eu disse... todo mundo dando BLUSA, este ano!
Oops... MY HUSBAND, THE KING OF OUTS!
Conto 03.
Maneiras de atrair as atenções dentro de um avião.
- Dê um gritinho "semi-histérico" quando você tiver certeza (ou quase) que vai cair.
- Encha a mão de sabonete líquido no banheiro e só depois perceba que não tem água (lembrando que você precisa sair do banheiro e pedir ajuda em inglês, para as engomadas aeromoças antipáticas da American Airlines)
- Dê o azar de levantar para fazer xixi quando o avião quase o cai (de novo).
- Prove ter medo de avião e ganhe uma garrafa de vinho GRÁTIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! (Sim, eu disse grátis num avião onde toda bebida alcoólica é paga – five dolars).
- Divirta-se com os maravilhosos folhetos de alfândega e imigração dos EUA, tenha dúvidas e tente-as esclarecer com algum funcionário (puta parto de cócoras)
PS: 29 ANOS!
Conto 01.
Entrei no avião em São Paulo para Miami. Ótimo, eu estava tão cansada que achei que fosse dormir de cara.
Mas sentei ao lado de um simpático japonês que estava muito a fim de bater papo.
Foi um suplício. Eu desligava a luz e ele falava mais, falava muito... eu não sabia mais o que fazer!!!!
Resolvi então que queria ir ao banheiro, pedi licença e lá fui eu, corajosa ao banheiro... No meio do caminho o avião dá uma super chacoalhada que eu voei longe. Foi terrível. E eu quase me matei de medo.
Entrei no banheiro quando o avião quase caiu (na verdade, ele quase caiu...ou pelo menos eu achei que ia cair) e resolvi rapidinho voltar para minha cadeirinha e colocar o cinto (mesmo sabendo que ele não vai resolver nada se der uma merda).
Voltei abatida e o japa estava querendo falar mais... Mas ele percebeu que eu não estava feliz e veio com o pior papo.
Japa: Você tem medo de avião, né?
Eu: Notou, né??
Ele: É.. tipo... você não curti bater papo né?!
Eu: Até curto... mas não no avião.... é meio incompatível, sabe!?
Ele: Ah tá...
E não falou mais comigo. A cada vez que eu segurava mais forte no braço da poltrona ele carinhosamente bufava...
PC (post conclusion): para mim, é muito difícil fazer amigos num avião.
Conto 02.
O banheiro do hotel.
Ok, é chato falar disso, mas eu quero e vou dividir.
Entrei apertadíssima no banheiro do hotel e fiz um xixi aliviador.
De repente, a descarga dispara sozinha. Eu olhei para os lados. Realmente estava sozinha.
Só que o problema é que a descarga, além de disparar sem comando, espirrou água na minha perna e eu quase morri de nojo.
Fiquei puta afinal, as privadas brasileiras precisam da gente para viver. Aff!
Saí do banheiro e encontrei uma amiga... ela estava com cara de assustada.
Pensei na privada e puxei o assunto.
Eu: Você notou o fantasma da descarga no banheiro?
Ela: Ainda bem que você estranhou também! Essa merda molhou minha perna!
Eu: Eu quase morri de nojo.
Ela: Vamos ligar na recepção
PC: Esse foi o começo de uma relação de ódio entre a gente e o pessoal da recepção......
Minha sogra recebeu na casa dela uma ligação de um editora querendo vender revistas.
Ela não comprou nada, mas tinha alguém para indicar no fim da ligação. O Renato.
Por força do destino, o telefone em casa e eu...
Eu: Alô?
Ela: Por favor, o Senhor Renato.
Eu (já sabendo que iam tentar vender algo): O Renato... espera que vou ver se ele chegou!
Ele surpreendentemente quis atender o telefone (eu avisei!)....
Ele: Boa noite.
Ela: Boa noite, Senhor Renato.
Ele: Oi, com quem eu tenho o prazer de estar falando?
(Juro, ele fala assim)
Ela: Neide, Senhor Renato. Podemos falar um pouquinho?
Ele: OOOOOi Neide, que bom que você ligou!
Ela: Desculpe, como legal, Senhor Renato?
Ele: Porque tenho certeza que você está ligando por causa daquela suuuuper promoção, não é?
Ela: Exatamente, Senhor Renato. Eu gostaria de saber...
Ele: ... De saber se eu gostaria de voltar a assinar alguma revista...
Ela: Isso senhor Renato, o senhor pode ouvir a promoção?
Ele: Neide, eu vou ser sincero com você. Eu parei de gastar tanto com assinatura de revista quando eu decidi comprar um apartamento, entendeu?
Ela: Como, Senhor?
Ele: Você entende que os tijolos do meu apartamento têm mais importância que uma assintaura de revista, não é mesmo?
Ela: Entendo senhor. Mas é que esta promoção é muito boa...
Ele: Deve ser tão boa que a gente pode combinar o seguinte... Eu deixo você continuar falando se você me der uma assinatura de revista. Se a promoção for a assinatura gratuita, eu continou te ouvindo...
Ela: Eu não posso, Senhor.
Ele: Então, vamos desligar agora!
Ela: Senhor, o Senhor não gostaria nem de ouvir ao menos?
Ele: Eu gostaria! Mas só ouço se eu ganhar alguma assinatura de graça.
Ela: Senhor, eu não tenho permissão, Senhor...
Ele: Neide, você ainda quer falar comigo?
Ela: Eu gostaria, senhor.
Ele: Então posso te passar uma receita de pudim?
Ela: Senhor, uma boa noite.
Tatiana. 31 primaveras. Mais ou menos bem resolvida (já estive melhor nesse quesito). Pseudo casada há 3 anos com Renato.



